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Empresa se junta à campanha #StopHateForProfit


Seguindo o exemplo de Microsoft, Starbucks, Coca-Cola, Honda e Unilever, a Playstation anunciou que parou de anunciar no Facebook e Instagram durante o mês de julho.


A marca tomou essa decisão para aderir à campanha #StopHateForProfit (#PareDeLucrarComOÓdio). A campanha surgiu devido devido as regras adotadas pelo Facebook que permitem conteúdo de ódio e desinformação em sua plataforma.


A PlayStation afirmou em comunicado: “Em apoio à campanha #StopHateForProfit, suspendemos globalmente nossas atividades no Facebook e Instagram, incluindo publicidade e conteúdo não pago, até o final de julho. Nós trabalhamos (e jogamos) juntos para sempre”.


Essa atitude da rede social comandada por Mark Zuckerberg sofreu diversas críticas e vai na contra-mão de outras redes sociais, que incluem, por exemplo, Twitch e Twitter.

Ação será veiculada em ambiente multiplataforma, trazendo como embaixadores a apresentadora Eliana, a pedagoga Cris Poli


No atual cenário, as famílias estão convivendo mais tempo em casa e têm o desafio de conciliar trabalho, atividades domésticas, refeições e cuidados com os filhos. Para ajudar pais e familiares a aproveitar o período para promover uma mudança de hábitos com foco em saúde e bem-estar, a Nestlé se uniu ao SBT para promover uma grande campanha de comunicação no âmbito do programa Nestlé por Crianças Mais Saudáveis, que tem a ambição de ajudar esta e as próximas gerações a terem uma vida mais saudável.

A campanha vai trabalhar com o conceito de Jornada da Mudança, desdobrando-se em quatro etapas, e será veiculada em programas e redes sociais do SBT, que conversam com a família, além de conteúdo exclusivo no app NesPLAY, da Nestlé. A estreia aconteceu no dia 21 de junho, durante o programa da Eliana, e terá, além da apresentadora, a pedagoga Cris Poli, autora de diversos best-sellers sobre educação e comportamento infantil, como embaixadoras da campanha. 

Ao longo da ação, que será veiculada de junho a setembro, um time de artistas vai trabalhar os conteúdos em uma ação multiplataforma, com base nos cinco comportamentos saudáveis estimulados pelo do Programa: ter uma alimentação nutritiva e variada; Brinque ativamente; Beba mais água; Curta as refeições juntos e comer com equilíbrio. "Nosso objetivo é atingir dois perfis de famílias: as que querem manter os hábitos saudáveis na hora de se alimentar e praticar atividades físicas e, principalmente, aquelas que desejam mudar seus comportamentos", explica Sara Rios, especialista responsável pelo programa Nestlé por Crianças Mais Saudáveis. 

Junto à apresentadora Eliana e a pedagoga Cris Poli, farão parte da campanha alguns dos principais talentos infantis do SBT, que estão no elenco da novela Aventuras de Poliana. São eles: Sophia Valverde, que faz a protagonista Poliana; Duda Pimenta, da personagem Kessya; Enzo Krieger, o Luigi; Theo Medone, que faz o personagem Mário. Por fim, se somam ao time duas famílias de influenciadores digitais convidadas, que vão colocar em prática, no dia a dia, os conceitos, hábitos e atividades para a jornada de mudança, ajudando os pais nesse processo para adquirir hábitos mais saudáveis. 

Ações e canais

A campanha se divide em quatro etapas, que se desdobrarão de junho a setembro, na chamada Jornada da Mudança: Criar consciência, Primeiros resultados, Formar novos hábitos e Comemorar mudanças efetivas. Em todos os momentos, cada artista terá uma frente de ação: Eliana e Cris Poli comandam os caminhos da jornada, apresentando os temas de destaque e orientações para as famílias sobre hábitos saudáveis; enquanto os atores ficam responsáveis por "cuidar" das famílias influenciadoras, ajudando-as a colocar em prática a jornada da mudança e dando dicas sobre atividades no aplicativo NesPLAY. 

Além da veiculação na TV e redes sociais do SBT (YouTube, Instagram e Facebook), as famílias terão acesso ao conteúdo das jornadas dentro do aplicativo NesPLAY. O app pode ser baixado gratuitamente nas lojas Android e iOS. "O momento não poderia ser mais oportuno para essa jornada de transformação. Temos muito orgulho de, mais uma vez, a Nestlé escolher o SBT para contribuir na construção de hábitos mais saudáveis entre as famílias brasileiras, já que este também é um compromisso do nosso conteúdo", declara Fred Müller, diretor de Negócios de Marketing do SBT.

Nestlé por Crianças mais Saudáveis

Em 2018, a Nestlé lançou sua iniciativa global Nestlé for Healthier Kids (Nestlé por Crianças Mais Saudáveis, no Brasil) com o objetivo de ajudar 50 milhões de crianças a terem uma vida mais saudável até 2030. No Brasil, a iniciativa envolve duas frentes. 

Para ajudar as famílias brasileiras a estimularem um dia a dia mais equilibrado na vida de seus filhos, o app NesPLAY reúne ideias, receitas e atividades divertidas para que crianças dos 6 aos 12 anos mudem de hábitos brincando. A ferramenta é gratuita e já impactou mais de 415 mil pessoas, além de beneficiar mais de 135 mil crianças com seus conteúdos educativos. No total, em 2019 o programa impactou mais de 100 milhões de lares brasileiros. Somando o alcance que o programa teve nos últimos anos, mais de 11 milhões de crianças brasileiras foram alcançadas, contribuindo com a meta global da Nestlé.

Para apoiar a mudança também no âmbito educacional, a Fundação Nestlé promove o Prêmio Crianças Mais Saudáveis, que chega à terceira edição em 2020. O objetivo é promover a alimentação equilibrada e a prática de atividades físicas nas escolas públicas, e fazer diferença na vida de estudantes e de suas famílias. Após receber cerca de 400 inscrições e 230 projetos de 23 estados brasileiros, a Fundação Nestlé Brasil anunciou elegeu os 10 projetos vencedores deste ano, que são dos estados do Amazonas, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Pernambuco, Roraima e São Paulo, e receberão apoio pedagógico e financeiro de R$ 35 mil cada um, para a implementação das benfeitorias e melhorias estruturais na escola para viabilizar o projeto.

Consumo global de drogas aumenta, enquanto COVID-19 impacta mercados, aponta relatório, divulgado pelas Nações Unidas sobre Drogas e Crime


Um dia antes da comemoração do Dia Internacional contra o Abuso e Tráfico Ilícito de Drogas, foi divulgado o Relatório Mundial sobre Drogas 2020: consumo global de drogas aumenta, enquanto COVID-19 impacta mercados, aponta relatório, divulgado pelas Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODOC)


Cerca de 269 milhões de pessoas usaram drogas no mundo em 2018 – em uma visão de longo prazo revela que o número de pessoas que usam drogas aumentou 30% na comparação com 2009, enquanto mais de 35 milhões de pessoas sofrem de transtornos associados ao uso de drogas.


O Relatório também analisou o impacto da COVID-19 nos mercados de drogas e, embora seus efeitos ainda não sejam totalmente conhecidos, fronteiras e outras restrições relacionadas à pandemia já causaram escassez de drogas nas ruas, levando ao aumento de preços e à redução da pureza.


O aumento do desemprego e a redução de oportunidades causados pela pandemia também podem afetar desproporcionalmente as camadas mais pobres, tornando-as mais vulneráveis ao uso e ao tráfico e cultivo de drogas para obterem recursos, aponta o relatório.


"Grupos vulneráveis e marginalizados, jovens, mulheres e as camadas mais pobres pagam o preço do problema das drogas no mundo. A crise da COVID-19 e a retração econômica ameaçam agravar ainda mais os riscos das drogas, quando nossos sistemas sociais e de saúde estão à beira de um colapso e nossas sociedades estão lutando para lidar com esse problema", afirmou a diretora executiva do UNODC, Ghada Waly.


"Precisamos que todos os governos demonstrem maior solidariedade e apoiem, principalmente os países em desenvolvimento, no combate ao tráfico ilícito de drogas e ofereçam serviços baseados em evidências para os transtornos associados ao uso indevido de drogas e doenças relacionadas, para que possamos alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, promover a justiça e não deixar ninguém para trás".


Devido à COVID-19, os traficantes podem ter que encontrar novas rotas e métodos, e as atividades sombrias ligadas ao tráfico e remessas pelo correio podem aumentar, apesar de a cadeia de suprimentos postais internacionais ter sido interrompida. A pandemia também tem levado à escassez de opioides, o que, por sua vez, pode resultar em pessoas que buscam substâncias mais facilmente disponíveis, como álcool, benzodiazepinas ou mistura com drogas sintéticas. Podem surgir padrões de uso mais prejudiciais à medida que alguns usuários passem para o uso da injeção, ou injetem com maior frequência.



Ao observarmos outros efeitos da atual pandemia, o relatório alerta que se os governos reagirem da mesma forma como na crise econômica em 2008, quando reduziram orçamentos de drogas, intervenções como a prevenção do uso de drogas e comportamentos de risco relacionados, serviços de tratamento de drogas, fornecimento de naloxona usado na administração e na reversão da overdose de opioides podem ser duramente atingidas. As operações de interceptação e a cooperação internacional também podem se tornar menos prioritárias, facilitando a operação por parte dos traficantes.


Tendências no uso de drogas

Enquanto a cannabis foi a substância mais consumida no mundo em 2018, com uma estimativa de 192 milhões de pessoas que a usaram, os opioides, no entanto, continuam sendo os mais nocivos, pois na última década o número total de mortes por transtornos associados ao uso de opioides teve alta de 71%, com aumento de 92% entre as mulheres, comparado com 63% entre os homens.


O uso de drogas aumentou muito mais rapidamente entre os países em desenvolvimento, durante o período 2000-2018, do que nos países desenvolvidos. Adolescentes e jovens representam a maior parcela daqueles que usam drogas, enquanto os jovens também são os mais vulneráveis aos efeitos das drogas, pois são os que mais consomem e seus cérebros ainda estão em desenvolvimento.


Tendências da Cannabis

Embora o impacto das leis que legalizaram a cannabis em alguns países ainda seja difícil de avaliar, é notável que o uso frequente da cannabis aumentou em todas essas áreas após a legalização. Em alguns desses países, os produtos mais potentes da cannabis também são mais comuns no mercado.


A cannabis também continua sendo a principal droga que coloca as pessoas em contato com o sistema de justiça criminal, respondendo por mais da metade dos casos de infrações à lei de drogas, com base em dados de 69 países, no período de 2014 a 2018.


Disponibilidade de opioides farmacêuticos para consumo médico varia no mundo. O relatório também aponta que os países de baixa renda ainda sofrem com a escassez de opioides farmacêuticos, usados para controle da dor e cuidados paliativos. Mais de 90% de todos os opioides farmacêuticos disponíveis para consumo médico encontravam-se em países de alta renda em 2018, compreendendo cerca de 12% da população mundial.


Enquanto os países de baixa e média renda, que compreendem 88% da população mundial, estima-se que consumam menos de 10% de opioides farmacêuticos. O acesso aos opioides farmacêuticos depende de vários fatores, incluindo legislação, cultura, sistemas de saúde e práticas de prescrição.


Pessoas em condições socioeconômicas mais vulneráveis enfrentam maior risco de apresentar transtornos relacionados ao uso de drogas. Pobreza, pouca educação e marginalização social continuam sendo fatores importantes que aumentam o risco de ocorrência de transtornos associados ao uso de drogas. Além disso, os grupos vulneráveis e marginalizados também podem enfrentar barreiras para obter serviços de tratamento devido à discriminação e ao estigma.


Fonte: www.unodc.org

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