O coronavírus é o principal tópico mundial nos últimos dias, e o grande responsável pelo cancelando eventos de grande porte e do incentivo à população a permanecer dentro de casa pelo menos nos próximos 15 dias, para prevenir a disseminação da doença. A recomendação é evitar aglomerações de pessoas para reduzir o ritmo de contágio.



MAS DE ONDE VEM O COVID-19?

A doença surgiu como uma variação antiga do coronavírus (que surgiu em meados de 1960) e foi originada na China, e nomeada oficialmente pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como COVID-19, no dia 11 de fevereiro de 2020. Ainda não está claro como ocorreu a mutação que permitiu o surgimento do novo vírus.


O primeiro caso da doença foi notificado, pela Organização Mundial da Saúde, dia 31 de dezembro de 2019, depois que autoridades chinesas relatarem uma misteriosa pneumonia na cidade de Wuhan, metrópole chinesa com 11 milhões de habitantes. O surto inicial atingiu pessoas que tiveram alguma associação a um mercado de frutos do mar em Wuhan – o que despertou a suspeita de que a transmissão desta variação de coronavírus ocorreu entre animais marinhos e humanos. O mercado foi fechado para limpeza e desinfecção. Outras pesquisas apontam que a doença pode ter surgido do contato de humanos com morcegos ou cobras, mas nada foi confirmado.


Os sintomas iniciais de COVID-19 são febre alta, tosse seca, e fôlego curto. Alguns pacientes manifestam mais sinais, como por exemplo coriza, diarréia e dor de garganta.


IMPACTOS NO BRASIL

Além dos 234 casos de coronavírus confirmados no Brasil (até o fechamento desta matéria), nós também já estamos sentindo o impacto no mercado. Além do dólar comercial já ter batido R$5,06 e da queda da bolsa de valores, informações divulgadas pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) afirmam que metade das empresas já estão com problemas no recebimento de materiais da China (inclusive as fábricas brasileiras da LG, Samsung e Motorola tiveram suas produções suspensas por este motivo).


COMO PREVENIR O CORONAVÍRUS?

  • Lave as mãos com água e sabão ou use álcool em gel.

  • Cubra o nariz e boca ao espirrar ou tossir.

  • Evite aglomerações se estiver doente.

  • Mantenha os ambientes bem ventilados.

  • Não compartilhe objetos pessoais.

  • Se possível, permaneça em casa.

Primeira unidade será inaugurada nesse mês de março, na Zona Leste de São Paulo


A Steam Cloud Kitchen vai construir e operar no próximo ano cinco hubs multiplataformas para abrigar restaurantes destinados exclusivamente ao delivery online. A primeira unidade, que terá as obras iniciadas em breve, começará a operar em março, no Tatuapé, na Zona Leste de São Paulo. As demais estão previstas para Brooklin e Santana, na Capital, e duas na região do ABC, em Santo André e São Bernardo. Estas serão apenas as primeiras. Nos próximos quatro anos, a Steam planeja um total de 30 cloud kitchen (literalmente, cozinha na nuvem), com um investimento estimado em R﹩ 30 milhões.


Empresa do grupo Suprainvest Participações e Empreendimentos Ltda, a Steam deverá ser a primeira operação multiplataforma, criada para atender qualquer aplicativo de delivery, oferecendo completa infraestrutura operacional e administrativa para funcionamento de até 10 restaurantes em cada hub. "Nosso conceito é que o dono restaurante se preocupe apenas com a produção dos seu cardápio e deixe o resto com a gente porque cuidamos de tudo", afirma Eduardo Dias, diretor da Steam. O gerenciamento do hub inclui, por exemplo, desde segurança e monitoramento até o controle de normas da vigilância sanitária, com acompanhamento de nutricionista. "O tempo que se perderia com assuntos administrativos e questões burocráticas pode ser melhor empregado, inclusive, para criar novos pratos e ampliar a oferta aos clientes", explica Eduardo Dias.


Entre outros benefícios do hub, ele menciona: baixo investimento inicial e menor custo operacional, aumento da eficiência da entrega dos pedidos, facilidade de expansão das vendas para clientes de novas regiões, maior possibilidade para experimentação de novas marcas e cardápios, recebimento de todos os pagamentos por meio eletrônico e modelo de multiplataforma aberto a todos os aplicativos que estão ou surgirem no


mercado. Este será um diferencial importante para o restaurante porque poderá atender um conjunto maior de clientes, sem restrição.


O conceito cloud kitchen surgiu na Índia e, rapidamente, se tornou um sucesso em vários países. Sua origem está relacionada com a busca de solução para a crescente demanda do mercado de delivery de comida online no mundo. Segundo estudo divulgado pelo banco UBS, este mercado tem apresentado uma taxa de crescimento anual de 20% e poderá movimentar globalmente U﹩ 365 bilhões até 2030. No Brasil, de acordo com a Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), o mercado já estimado é de R﹩ 11 bilhões.


Para atender cada vez mais clientes que começam a fazer pedidos pelo aplicativo, os restaurantes precisariam ampliar sua capacidade de produção, mas nem sempre dispõem dos recursos para os investimentos necessários. As cozinhas compartilhadas vieram para resolver este problema, do dono de restaurante com bom desempenho, negócio bem estabelecido, potencial de crescimento, mas sem condições financeiras para pensar em uma ampliação e expandir a entrega para outras regiões.


A Steam representa a possibilidade de alavancar o segmento de delivery, sem a necessidade de investimentos significativos. Dependendo do modelo de contrato, é possível ter uma cozinha funcionando com um custo mensal a partir de R﹩ 6,5 mil mensais, incluindo aluguel, IPTU e condomínio, com a ampla gama de serviços oferecidos. Além disso, o custo operacional é bem menor do que o de um restaurante convencional porque não há salão nem serviço de garçons.


#steam #negócios #steamcloudkitchen

Segundo pesquisa realizada pela Global Entrepreneurship Monitor, o Brasil ocupa a 7ª posição em mulheres que e estão à frente de negócios em estágios iniciais.


De acordo com a pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM) 2018/2019, o Brasil ocupa a 7ª posição se tratando da quantidade de mulheres que estão à frente de

negócios em estágios iniciais — aqueles com menos de 42 meses de existência.


Apesar de animador, este número ainda tem potencial de melhoria. Dados da Associação Brasileira de Startups (Abstartups) mostram que no Brasil temos quase 24 milhões de mulheres empreendedoras, mas que 40% das startups não contam com a presença feminina no quadro de funcionários.


Felizmente, hoje cases de sucesso têm inspirado mulheres a ingressarem neste ecossistema. Janice Maciel, por exemplo, é Coordenadora do InovAtiva Brasil, maior

programa de aceleração de startups da América Latina. Segundo ela, as mulheres que querem empreender se inspiram naquelas que já conseguiram ingressar neste mercado

predominantemente masculino.


Além disso, também houve uma expansão significante na quantidade de mulheres proprietárias de algum negócio é visível. Entre 2018 e 2019 o InovAtiva Brasil contou

com um aumento de quase 50% no número de empreendedoras participantes.


“As mulheres têm muito a contribuir nos negócios, pois elas geralmente dão mais importância ao fator humano nas organizações, têm maior facilidade de delegar e

construir equipes motivadas, o que é imprescindível para o sucesso de qualquer empresa”, comenta Janice.


Esse crescimento também pode ser observado nos últimos unicórnios criados no mundo. Em 2018, 15 das startups que atingiram o valuation de US$ 1 bilhão tinha ao menos

uma fundadora. Em 2019, esse número subiu para 21, sendo que cinco delas tiveram apenas mulheres como fundadoras. Mesmo assim, eles representam apenas 4% dos

unicórnios criados ano passado.


Para Fernanda Konradt, Coordenadora dos programas Sinapse da Inovação, nas suas edições do estado de Santa Catarina, Amazonas e Espírito Santo, e Centelha, a formação

de equipes diversas é primordial para a inovação, já que a mesma surge da congregação de ideias diferentes que, quando se unem, são capazes de se complementar e construir algo novo.


“Infelizmente sabe-se que a conquista de cargos de liderança por mulheres é recente e vem acompanhada de uma série de desafios sociais que a colocam muitas vezes em

desvantagem. Desta forma, é fundamental que se abram tais oportunidades para consolidarmos ambientes mais diversos, inclusivos e, consequentemente, inovadores”,

conclui Fernanda.


#empreededorismofeminino #negócios

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