Dia dos Namorados deve apresentar queda nas vendas

Pesquisa divulgada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estima que o Dia dos Namorados, terá queda de 43,1% nas vendas no varejo em todo o país com relação a 2019. Motivo: reflexo da pandemia do novo coronavírus.


Em números absolutos, as perdas podem chegar a mais de R$ 700 milhões. A entidade prevê que a data movimente R$ 937,8 milhões este ano, contra R$ 1,65 bilhão em 2019. Confirmada a previsão, o faturamento do comércio com o Dia dos Namorados em 2020 será o menor dos últimos 11 anos.


Uma queda menor, no entanto, deve ocorrer já que em diversos estados e municípios do país tem inicio o processo de flexibilização


As maiores retrações nas vendas deverão ocorrer nos segmentos do varejo considerados não essenciais. As lojas de vestuário, calçados e acessórios tendem a registrar as maiores perdas em relação ao ano passado (-71,3%), seguidas pelos estabelecimentos especializados na venda de itens de informática e comunicação (-58,3%) e pelo ramo de utilidades domésticas e eletroeletrônicos (-55,8%).


O Dia dos Namorados é considerada a sétima data comemorativa mais importante do calendário do varejo brasileiro. Porém, em perdas em todos os Estados. São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, unidades da Federação que respondem por mais da metade das vendas voltadas para a data, tendem a registrar perdas de 41,9%, 34,6% e 30,7%, respectivamente, devem ocorrer perdas.. Já em termos relativos, as maiores perdas devem se concentrar nas regiões Norte e Nordeste: Ceará (-65,3%), Amapá (-65,1%) e Pernambuco (-62,2%).



Subiu para 168 o número de linhas de crédito identificadas pelo Sebrae e que beneficiam os pequenos negócios

Levantamento feito pelo Sebrae confirma o crescimento do número de linhas de crédito disponíveis para os donos de pequenos negócios.


Esse é o resultado do 11º levantamento feito pela instituição que, desde março, vem observando semanalmente a oferta de empréstimos para o segmento, por meio de informações e ações das instituições financeiras em todo o país.


Subiu para 168 o número de linhas de crédito identificadas pelo Sebrae e que beneficiam os pequenos negócios neste momento de crise causada pelo novo coronavírus. Na última semana de maio, eram 153 as linhas de crédito disponíveis para os pequenos negócios, atualmente são 168 pelo menos é o que aponta o mais recente levantamento, feito entre os dias 1 e 5 de junho, mostra a inclusão de 13 linhas novas.

Relatório divulgado pelo Banco Mundial no último dia 08 de junho mostra um cenário nada favorável para a economia mundial este ano.


Além do rastro de mortes causadas pela COVID-19, a economia também vem sofrendo os efeitos da pandemia.


O Banco Mundial divulgou, no ultimo dia 8 de junho, um novo relatório com previsões nada animadoras para a economia global para este ano.


A queda projetada do PIB do Brasil passou de 5% para 8%. É uma das previsões mais negativas da América Latina. Para o banco, controlar a crise sanitária é fundamental para contornar esse cenário e evitar que o tombo seja ainda maior.


Com isso é possível afirmar que até o momento a economia deve encolher 8% e terá uma recuperação fraca, mantida as previsões. O PIB Mundial terá maior concentração desde a Segunda Guerra, mesmo com a reabertura das atividades.


Os dados fazem parte do relatório "Perspectivas Econômicas Globais". Em abril, o Banco Mundial havia divulgado outro estudo em que previa retração de 5% para o PIB do país.

Para o próximo ano, a previsão é de que a economia brasileira cresça 2,2% no ano que vem, em linha com o movimento esperado para o resto do mundo, que é de uma retomada de 4,2%.


Antes mesmo da divulgação desde quadro, os pedidos de falências e recuperações judiciais aumentaram em abril, em comparação ao mês de março. A avaliação é que o volume de processos deva disparar nos próximos meses, principalmente com a perspectiva de queda da economia brasileira e das dificuldades financeiras das empresas em meio à pandemia de coronavírus.


Segundo levantamento mensal da Serasa Experian no mês de abril foram registrados 120 pedidos de recuperação judicial no país, uma alta de 46,3% na comparação com março, em contrapartida ocorreram 75 pedidos de falência, um aumento de 25% frente ao mês anterior.