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Cartilha destaca a importância da família no combate ao bullying

Material disponibilizado pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos foi produzido em parceria com a Federação Brasileira de Terapias Cognitivas



Quando o tema é bullying, os pais devem ser o maior suporte para crianças ou adolescentes que sofrem. Para ajudar a preparar a família para lidar com o problema, o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMDFDH) publicou a primeira de uma série de sete cartilhas sobre o tema. O material “A Família como suporte para lidar com o desafio do Bullying” foi resultado de uma parceria entre a Secretaria Nacional da Família (SNF/MMFDH) e a Federação Brasileira de Terapias Cognitivas.


Confira a cartilha


O conteúdo aborda, de forma lúdica, quais são os tipos de bullying, quem pode estar envolvido e como agir quando identificar alguém da família nessa situação. A iniciativa também lembra quais são os canais e caminhos de denúncia, como o Disque 100, o Conselho Tutelar e o Juizado da Infância e Juventude.


"É um tema importante especialmente porque cada vez mais as crianças, adolescentes e jovens estão inseridos no mundo das novas tecnologias, e isso tem influenciado a dinâmica das relações modernas seja positiva ou negativamente. Com a tecnologia o bullying pode ter seu alcance ampliado e muitos jovens não estão preparados para lidar com isso, daí o papel da família é fundamental para suporte a eles", aponta o diretor do departamento de desafios sociais no âmbito familiar, Daniel Celestino.



Parceria


A Federação Brasileira de Terapias Cognitivas (FBTC) é a associação nacional dos profissionais e estudantes que se dedicam ao estudo e à prática das diferentes abordagens das Terapias Cognitivas e Contextuais no Brasil. Fundada em 1998 com o objetivo de incentivar a pesquisa e a publicação dos trabalhos referentes às Terapias Cognitivas, a FBTC promove o intercâmbio científico entre profissionais e estudantes da área.


A entidade sem fins lucrativos tem parcerias estabelecidas com entidades como Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), Sociedade Brasileira de Psicologia (SBP), Associação de Estudos do Álcool e Outras Drogas (ABEAD), Sociedade Brasileira de Psicologia Hospitalar (SBPH), entre outras.


Para mais informações: gab.snf@mdh.gov.br




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