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Flexibilização do comércio aponta descuido da população

Com a volta das aglomerações, a cautela é a melhor opção no momento

A maior parte das unidades da federação, de acordo com levantamento feito pela Agência Brasil, começam a afrouxar as regras ou a pelo menos definir planos para a retomada gradual das atividades econômicas, mantendo medidas de isolamento social. A flexibilização aponta para a retomada as atividades econômicas.


Pelo menos 17 estados e o Distrito Federal publicaram medidas que permitem a flexibilização das normas que foram adotadas inicialmente, discutindo com prefeituras uma retomada gradual.. Em pelo menos 14 unidades da federação, essas medidas estão em vigor. Seis estados estão discutindo, mas ainda não têm planos de retomada oficialmente publicados. Alagoas, Bahia e Mato Grosso do Sul estão na fase final e devem publicar os planos em breve. Espírito Santo, Roraima e Mato Grosso discutem as medidas.


As aglomerações começam a ocorrer e a cautela é a melhor opção no momento, afinal a OMS (Organização Mundial da Saúde) afirmou que o Brasil caminha para a estabilização e que precisa redobrar a cautela. O diretor executivo da OMS, Michael Ryan, alertou que uma estabilização pode se transformar em um aumento de casos, como visto em outros países.


Em São Paulo, nas regiões do Brás e 25 de março, tradicionais pontos de comércio popular no centro da capital paulista, a movimentação de ambulantes e compradores na manhã desta segunda-feira (22) era intensa, apesar da recomendação de se manter o distanciamento durante a pandemia do novo coronavírus. Haviam pessoas sem máscaras e outras usando a proteção de forma incorreta, como pode ser visto, por exemplo, no telejornalismo da TV Record p que registrou o movimento na manhã desta segunda-feira, (22).


Vale a pena lembrar que a OMS (Organização Mundial de Saúde) registrou neste domingo mais 6.270 mortes por Covid-19, a doença provocada pelo novo coronavírus, no mundo, a maior quantidade desde 9 de maio, que eleva o total para 461.715.


Além disso, segundo a OMS, já são mais de 8,7 milhões de casos de infecção pelo novo coronavírus, sendo 138.926 a mais do que na véspera.

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