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Medina já é o 9º maior vencedor da história do surfe

Com os 2 títulos conquistados esse ano, o brasileiro se isolou na liderança da Liga Mundial de Surfe (WSL)


Foto: Dunbar/WSL



O início de temporada perfeito de Gabriel Medina está colocando o mundo do surfe em alerta. Com os 2 títulos conquistados até agora, sendo o último na madrugada da terça-feira (25) em Rottnest Island, o brasileiro se isolou na liderança da Liga Mundial de Surfe (WSL) e assumiu uma posição especial entre os maiores vencedores da história do esporte. Esse foi o 16º título da carreira do surfista de Maresias, que agora fica a 1 do tetracampeão Mark Richards. Agora Medina ocupa a 9ª colocação no ranking que tem Kelly Slater isolado na liderança.



Confira o top-10 dos maiores vencedores da história:


1º - Kelly Slater (EUA) - 55 vitórias 2º - Tom Curren (EUA) - 33 3º - Tom Carroll (AUS) - 26 4º - Mick Fanning (AUS) - 22 5º - Andy Irons (HAV) - 20 6º - Damien Hardman (AUS) - 19 7º - Barton Lynch (AUS) - 17 7º - Mark Richards (AUS) - 17 9º - Martin Potter (GBR) - 16 9º - Gabriel Medina (BRA) - 16


No top-10 entre os maiores vencedores da história, Fanning, Medina e Slater disputaram o título mundial em 2014 — Foto: ASP



Slater e Curren: recorde de 7 vitórias no ano


O recorde de vitórias em uma única temporada pertence a Kelly Slater e ao tricampeão mundial Tom Curren. Os dois conquistaram 7 etapas em um único ano, sendo que Slater conseguiu com 14 provas (1996) e Curren, com 21 (1990).


No entanto, o melhor percentual de vitórias conquistadas em uma única temporada até hoje foi em 2008. Foi quando Kelly conseguiu vencer 6 das 11 etapas para se tornar eneacampeão mundial de surfe. O máximo de triunfos de Medina em um ano foram 3, justamente em 2014 e em 2018, quando o brasileiro se sagrou campeão mundial.


A partir do dia 29/05, Gabriel Medina, Ítalo Ferreira, Tatiana Weston-Webb e Silvana Lima estão no ISA Games, em El Salvador. O torneio, que será transmitido ao vivo e de forma gratuita pelo Canal Olímpico do Brasil, vai definir as últimas 12 vagas da modalidade para os Jogos Olímpicos de Tóquio. O Brasil e a Austrália já estão com suas equipes nacionais definidas.


FONTES: GE | COB



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