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Categoria cresce como opção financeira para os brasileiros, além de ser uma alternativa de investimento mais segura para o consumidor



A Rodobens, que possui um amplo portfólio de serviços financeiros suportados por uma plataforma sinérgica de rede de concessionárias próprias de automóveis e veículos comerciais, apresentou mais um recorde de vendas, ao fechar 2021 com mais de R$ 5,5 bilhões de créditos, o que corresponde a um crescimento de 35,3%, comparado ao ano anterior.


Os dados, que foram publicados recentemente na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), reforçam o recorde histórico divulgado pela Associação Brasileira de Consórcios (Abac), que registrou mais de R$ 200 bilhões de cotas vendidas, que representam um crescimento de 34,4% em todo o segmento, ante 2020.


Para Sebastião Cirelli, diretor de consórcios da Rodobens, isso aconteceu porque a modalidade comprovou sua importância para a economia do País em 2021. “Com a crise, muitas pessoas ficaram preocupadas com os investimentos e as aplicações, o que é compreensível, diante do momento que vivíamos, e perceberam que o consórcio é uma maneira segura e vantajosa para investir e planejar a aquisição de um bem ou serviço”, pontua Cirelli.


O recorde da Rodobens inclui o segmento de caminhões, que, comparado a 2020, representou 46,2% de crescimento das vendas em créditos; seguido pelo segmento de imóveis, com 34,2%; automóveis, 25,2%; e Motos/Serviços, 4,3%. Entre as regiões que mais se destacaram em 2021, está a Sul, com um aumento de 62% das vendas, principalmente Santa Catarina, que registrou um crescimento de 139,1% em relação ao ano anterior.


Para Cirelli, os números vão ao encontro do momento econômico em que o País se encontra e com o entendimento de que o consórcio é uma modalidade capaz de garantir segurança ao comprador. “Vivemos um ano de retomada da economia, com muitas pessoas querendo investir em seus negócios e inspiradas a realizar sonhos. O consórcio é uma opção atrativa, uma vez que não tem cobrança de juros e conta com legislação própria, regulamentada pelo Banco Central”, pontua.


A Rodobens é uma empresa que é referência no setor e traz em seu DNA a combinação da tradição com o pioneirismo, que sempre coloca o cliente como prioridade. “Somos responsáveis pelo primeiro consórcio de imóveis do País e fomos a primeira empresa a formar grupos nacionais. Ao longo dos anos, temos sido os parceiros do próximo passo de muitos brasileiros, porque entendemos suas necessidades e apresentamos soluções que os ajudem em cada momento da vida”, afirma Cirelli.


Para 2022, Cirelli mantém o otimismo e acredita que o setor deve se manter aquecido. “Continuamos muito próximos de nossos clientes, para nos antecipar às suas necessidades e, com isso, crescer junto com eles”, finaliza o diretor.




#ECONOMIA

Brasil tem mais de 50 mil pessoas à espera de transplantes



Aos 33 anos, o maior desejo de Luciane de Lima era voltar a beber um copo de suco de laranja de 300 ml. A advogada nunca havia tido problemas de saúde, mas começou a sentir mal-estar, dores de cabeça, registrar lapsos de memória, dificuldade para ingerir líquidos, se alimentar, entre outros sintomas. Sua função renal era de 15% e, após sete meses e meio de hemodiálise, ela saiu desse quadro de ansiedade e incerteza graças a um transplante. Atualmente, Luciane pratica corrida e ciclismo e faz parte da Liga dos Atletas Transplantados do Brasil, que adota o esporte como filosofia de vida e o considera um complemento valioso ao tratamento pós-transplante.


Criada no final de 2021, a Liga reúne 19 atletas brasileiros transplantados de fígado, rins, pulmão, pâncreas, coração e medula que superaram doenças graves. Seus membros encontraram no esporte um grande aliado para a manutenção da saúde física e psíquica e participam de competições do calendário brasileiro e internacional.


Embora o Brasil seja uma referência mundial em doação de órgãos e o Ministério da Saúde tenha registrado mais de 12 mil transplantes pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no último ano, mais de 50 mil pessoas aguardam por um transplante e o desconhecimento sobre essa realidade permanece. Uma das consequências da falta de informação é a prevalência de mitos de que pessoas transplantadas são muito doentes e com múltiplas limitações. Ao participar de eventos esportivos, a Liga visa desmistificar tabus e aumentar a conscientização sobre a doação de órgãos.


Após se recuperar da insuficiência renal, Luciane ressignificou sua relação com a atividade física. Ela se exercitava de maneira descompromissada, mas inspirou-se em outras pessoas e entrou em um grupo de corrida. Posteriormente, adicionou exercícios de fortalecimento, natação e bicicleta e começou a participar de competições. Nos IX Jogos Latino Americanos para Transplantados em 2018, realizado na Argentina, a advogada conquistou segundo e terceiro lugar em diferentes categorias de corrida.


O sucesso se manteve nos eventos seguintes e, em 2021, Luciane fundou a Liga dos Atletas Transplantados em conjunto com outros colegas. “Eu praticava atividades esportivas sem seguir uma rotina na escola, mas depois comecei a ver o resultado da disciplina e a sentir esse poder. Sou agraciada por estar viva. Quando você fala com uma pessoa que faz hemodiálise, o sonho dela é fazer xixi. Parece tão insignificante beber água, mas quando você perde isso, o mais importante é ter sua saúde de volta”, relata.



Atividade física melhora sistema imunológico e qualidade de vida de transplantados


Os benefícios dos exercícios físicos à saúde foram elencados por um estudo publicado no Jornal Brasileiro de Transplantes. A pesquisa foi realizada pela educadora física e atleta Liège Gautério, que faz parte da Liga. Ela ressaltou a melhoria do sistema imunológico de transplantados, que são imunossuprimidos pelas medicações e têm os efeitos colaterais amenizados ao saírem do sedentarismo. Foi constatada também a redução do risco de doença cardiovascular e da diabetes, que é aumentado por alguns medicamentos imunossupressores, prevenção de osteoporose, hipertensão; ganho de massa muscular; aumento da qualidade do sono e do humor. Entretanto, a possibilidade de realizar atividade física depende das particularidades de cada caso e precisa ser orientada por profissionais.


Apaixonada por esportes desde a infância, Liège fazia ballet aos cinco anos. Ela experimentou uma série de modalidades como musculação, natação, street dance e ciclismo até ser diagnosticada com fibrose pulmonar com 30 anos. Inicialmente, estava assintomática, mas, aos poucos, a patologia progressiva minou sua disposição. Oito anos depois, no auge da doença, ela estava prestes a realizar o sonho de se graduar em Educação Física e compareceu à formatura com o oxigênio portátil do qual dependia durante 24 horas para respirar.


A educadora física recebeu um transplante unilateral pulmonar em 2011 e retornou ao trabalho e aos treinos três meses depois da cirurgia. Quando descobriu a existência dos Jogos Mundiais de Transplantados, percebeu uma oportunidade de mostrar que pessoas transplantadas também podem ter uma vida saudável.



Resiliência e pódio


Ela se inscreveu nas provas de 100 metros e 200 metros rasos, mas outros percalços apareceram no caminho: o diagnóstico de câncer de mama e um tornozelo quebrado. A atleta não desistiu e foi a primeira mulher brasileira a participar de uma competição para transplantados e a conquistar a medalha de ouro feminina do Brasil. A mastectomia foi feita depois da disputa e, dois anos depois, ela tornou-se bicampeã mundial dos 100 metros rasos. Nos jogos seguintes, obteve o bronze.


“O corpo de um transplantado, quando é bem cuidado, segue todas as orientações médicas e um planejamento de treinamento, consegue ótimos resultados. As pessoas se surpreendem porque existe essa visão do transplantado como alguém com muita limitação”, explica a bicampeã dos 100 metros rasos. Durante a pandemia, em 2020, Liège utilizou as redes sociais para criar o projeto Se Mexe TX! Seu objetivo é incentivar a prática de exercícios físicos para transplantados. “Uma pessoa renasce após a doação de órgãos. Os transplantados que são fisicamente ativos gastam menos em saúde”, completa.



A vida pode ser preciosa


Há 24 anos, Simone Avelino descobriu por acaso que tinha doença renal crônica depois de sofrer uma crise de hipertensão. O percentual de seu funcionamento renal era de 40% e ela recebeu um novo rim 10 anos depois, com 39 anos. Assim como Luciane, Simone não praticava esportes regularmente, mas, após a cirurgia, participou de um grupo de pedal noturno e nunca mais parou. Hoje, ela concilia os treinos de natação e corrida de terças às sextas-feiras com sua rotina de dentista: “Quando você faz o transplante, você quer viver a vida num gole só. Antes de transplantar, eu não conseguia subir uma escada. Na primeira vez em que nadei 1000 metros, chorei no vestiário. Quando comecei a treinar, não conseguia nadar 25 metros”.


Foto: Divulgação


A dentista competiu nos IX Jogos Latino-americanos para Transplantados e conseguiu o bronze na natação. “Estou aprendendo a correr, é muito emocionante pela condição que eu enfrentava. Todos os dias, tenho que celebrar e, se faço esportes, tenho que comemorar mais um pouco, mas não é uma medalha de super-herói. O transplante é uma alternativa maravilhosa. Todo mundo que participa desses jogos tem uma história de vida pesadíssima”, afirma.


Convidada por Luciane para participar da Liga, ela chora a cada conquista. “A gratidão é tão forte e maravilhosa porque todo mundo sabe que está nos jogos devido ao transplante. A energia é quase palpável, é quase física”, comenta.


Para continuarem a competir e a trazer visibilidade para a doação de órgãos, os membros da Liga terão uniformes patrocinados pela Biometrix Diagnóstica, uma das maiores apoiadoras de transplantes no Brasil. Segundo a gerente de marketing da empresa, Paula Mazuco, a parceria celebra a vida dos atletas e incentiva a quebra de alguns mitos, que vão desde o processo da decisão da doação de órgãos ou até de algumas incertezas relacionadas à qualidade de vida de quem recebe um transplante. “Para nós independente do pódio, esses atletas são campeões por terem vencido o desafio da doença, o processo de espera por um transplante e, principalmente, por terem conquistado a recuperação e o retorno da normalidade da vida pelas atividades físicas e cuidando também para que o sistema imunológico esteja em boas condições”, complementa.




#ESPORTES #SAÚDE

Sete novos cursos na área de tecnologia têm como meta direcionar a contratação de 80% dos profissionais formados



Uma recente pesquisa divulgada no mês de abril apontou crescimento de 182%, em 2021, nas contratações de profissionais que atuam com tecnologia da informação, se comparado com o ano anterior.


Além disso, o levantamento feito pela startup de recrutamento Geek Hunter constatou um aumento de 136% na oferta de vagas, com potencial crescimento para este ano de 2022. A expectativa do setor é de que mais de 15 mil novas vagas de trabalho para profissionais que atuam com análise de dados e habilidades em tecnologia da informação sejam abertas ainda este ano.

Com a retomada da economia e o crescimento das oportunidades no modelo híbrido muitas empresas estão tendo dificuldades de contratar estes profissionais, que tiveram um crescimento da média salarial.

A visão completa das demandas de mercado faz com que as carreiras de transformação digital gerem oportunidades de salários que vão de R$ 3.500, podendo ultrapassar R$ 20 mil.

"E a tecnologia está cada dia mais acessível. No entanto, o grande gargalo para o crescimento das empresas está na falta de profissionais preparados para atender a esta demanda", explica o CEO da Átile Digital, empresa que atua na área de tecnologia, Denis Valente.


“O mercado aquecido da tecnologia busca pessoas pensantes, que tenham a capacidade de apresentar formas de customizar uma ferramenta e como agregar valor a ela”, reforça Denis. A Átile, além de atuar no mercado de tecnologia, também aloca colaboradores em empresas de clientes que possuem vagas disponíveis.


Profissionalização é a chave


Pensando no aquecimento deste mercado, o Centro Europeu, tradicional escola de profissões de Curitiba, está lançando uma grade de transformação digital com sete novos cursos na área de tecnologia. São eles: analista de CRM, analista de pré-vendas (SDR), gestor de tráfego, cientista de dados, full stack digital marketer, desenvolvedor de aplicações e master mind disruptivo.

“As novas tecnologias auxiliam empresas na automatização de processos e esta mudança amplia em grande escala o atendimento a clientes e consequentemente traz melhores resultados, desenvolvendo novos métodos, com a implantação de ferramentas corretas para a necessidade de cada negócio”, afirma Ronaldo Cavalheri, CEO do Centro Europeu.

Os cursos são voltados para todo e qualquer profissional que tenha interesse em atuar ou saber mais sobre desenvolvimento da estratégia digital, gestão de tráfego, análise de dados, otimização da taxa de conversão, análise de dados e performance, tecnologia de marketing, CRM e automação, entre outras.

Os cursos têm uma carga horária média de 120 horas aulas por curso e começam já no mês de setembro.

Entre os professores estão Francisco Tramujas, head de marketing e vendas; Carlos Diogo de Oliveira, desenvolvedor com formação na área de sistemas de informação; Boby Vendramin, designer e top dez mundial do elementor hub; Taísa Gruber, engenheira mecânica com atuação na área de servidores de internet; Ediney Giordani, profissional com atuação em marketing digital, entre outros nomes.

O foco, segundo Ronaldo, é dar oportunidade a profissionais de diversas outras áreas, mas que buscam um reposicionamento de carreira, e novas profissões com formação ágil e com alta demanda de oportunidades.


"A oportunidade que estamos trazendo é o ingresso do mercado de tecnologia, além da melhoria da renda e oportunidade de construção de carreira. Este é o nosso principal objetivo", reforça.


Parceria


Átile Digital será uma das parceiras do Centro Europeu nessas novas formações profissionais, trazendo todo o seu know how e mapeamento das necessidades dos empregadores nesta área. A empresa tem como meta direcionar a contratação de 80% dos profissionais formados pelos cursos. "O grande objetivo da Atile com a metodologia Centro Europeu nos cursos de transformação digital está em criar uma incubadora de talentos, já que temos como meta a contratação de 80% dos profissionais formados para a Atile e também para os nossos clientes e parceiros", antecipa Denis.

A Atile oferece soluções personalizadas de acordo com a demanda e necessidades específicas de cada empresa.

A gestora de RH da Átile, Flávia Braz, explica que a oportunidade surgiu com a dificuldade de encontrar profissionais prontos nesta área. “Mesmo com a expansão do trabalho remoto é muito difícil encontrar um profissional de tecnologia pronto, com as características e os conhecimentos específicos necessários. Por mais qualificados que estivéssemos para o recrutamento, o tempo para encontrar o candidato certo era de 4 a 5 meses, ainda assim com ressalvas”, conta Flavia Braz.





#ECONOMIA #EMPREENDEDORISMO